A Ford promoveu uma pesquisa com 10.000 pessoas em toda a Europa para avaliar os hábitos de pedestres que podem afetar a sua segurança, especialmente usando celulares durante a travessia de ruas e avenidas movimentadas em grandes cidades. O objetivo foi obter dados que contribuem para desenvolver, cada vez mais, equipamentos e tecnologias que ajudam a aumentar a proteção de motoristas e pedestres.


Pesquisa
O grupo de participantes entre 18 e 24 anos é o que mais costuma usar telefones e dispositivos móveis (86%), falar ao telefone (68%), ouvir música (62%), enviar mensagens de texto (34%) e já se envolveu em um acidente, ou quase acidente, ao atravessar a rua (22%). No geral, 32% dos pedestres admitiram escutar música ao atravessar a rua, enquanto 14% enviam textos, 9% navegam na internet, 7% utilizam redes sociais e 3% jogam ou assistem TV ou vídeos.A maioria dos entrevistados admitiu que o comportamento é perigoso e 60% afirmaram que se sentem mais seguros sabendo que veículos autônomos, ou semiautônomos, poderiam ajudar a prevenir ou atenuar um acidente se o motorista não estiver atento aos alertas de segurança.
Segundo dados do Instituto de Motoristas Avançados (IAM), voltado à segurança rodoviária na Grã-Bretanha, 23% dos acidentes de trânsito envolvendo pedestres no Reino Unido, em 2013, ocorreram em circunstâncias em que este foi imprudente ou estava com pressa.
“Os acidentes com pedestres hoje estão crescendo mais rápido do que em qualquer outro grupo. Portanto, é vital que os motoristas sejam mais solidários e atentos aos pedestres enquanto dirigem”, diz Sarah Sillars, presidente do IAM. “Não é preciso culpar ninguém quando se trata de reduzir o número de mortos e feridos em nossas ruas – todos precisam cuidar uns dos outros para minimizar o impacto do comportamento imprevisível”.
Fonte: Imprensa Ford
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